| Ementa/Descrição: |
A oralidade é inerente ao fazer literário. Dos aedos que na Grécia clássica declamavam poemas
acompanhados de instrumentos musicais, passando pelos trovadores europeus medievais, até
chegar ao Nordeste com a literatura de Cordel, o recitar de poemas tem sido uma forma ativa
de apreensão e fruição da poesia. Do mesmo modo, os estudantes de letras da UFAL Sertão, na
dinâmica da tríade ensino, pesquisa e extensão, propõem ultrapassar os muros do campus e
levar a sociedade, em particular às escolas públicas do entorno, toda a riqueza e tradição das
manifestações poéticas da região. |