Universidade Federal de Alagoas Maceió, 28 de Setembro de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA (11.00.43.49.11)
Código: PROFSAU0051
Nome: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NA SAÚDE DA FAMÍLIA
Carga Horária Teórica: 15 h.
Carga Horária Prática: 30 h.
Carga Horária Total: 45 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: Bases teóricas e metodológicas do Planejamento Estratégico Situacional (PES) visando à sua aplicação na Atenção Primária à Saúde (APS). Instrumentos de planejamento. gestão e governança do SUS, com foco no Plano Municipal de Saúde (PMS). Aplicação da técnica de Estimativa Rápida Participativa (ERP) na realização do diagnóstico situacional (momento explicativo do PES), tanto no âmbito do território quanto na avaliação das práticas desenvolvidas na UBS/USF. Elaboração de plano de ação (momentos normativo e estratégico do PES) visando enfrentar problemas prioritários.
Referências: BÁSICAS: BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de planejamento no SUS / Ministério da Saúde, Fundação Oswaldo Cruz. – 1. ed., rev. – Brasília : Ministério da Saúde, 2016. 138 p. : il. – (Série Articulação Interfederativa ; v. 4). Ver seções: 4.1 A Legislação aplicável ao planejamento no SUS (p. 71 a 75); 4.2 Princípios do planejamento governamental no SUS (p. 76 a 85); 5.2.1 Aspectos inovadores do Decreto n° 7.508, de 2011 (p. 91 a 93). CARDOSO, A. J. C. Orientações para Estimativa Rápida Participativa, 2024. CARDOSO, A. J. C. Orientações para o Diagnóstico Situacional, 2024. CARDOSO, A.J.C. Elementos construtores do planejamento participativo para as equipes de saúde da família. In: SOUZA, M. de F. de; FRANCO, M. da S.; MENDONÇA, A. V. M. Saúde da família nos municípios brasileiros: os reflexos dos 20 anos no espelho do futuro. Campinas, Saberes, 2014. P.355- 421. FURTADO, J. P. et al. Planejamento e Avaliação em Saúde: entre antagonismo e colaboração. Cad. Saúde Pública, v. 34, n. 7, 2018. PARENTE, J. R. F. Planejamento participativo em saúde. SANARE, Sobral, 10(1):54-61, 2011. PINHEIRO, R.; SILVA JUNIOR, A. G. A Centralidade do Usuário na Avaliação em Saúde: outras abordagens. Recife: CEPESCIMA- UERJ-ABRASCO/ UFPE, 2009, 376p. Plano Municipal de Saúde (município de atuação profissional do discente). TANCREDI, F. B.; BARRIOS, S. R. L.; FERREIRA, J. H. G. Fazendo um Diagnóstico da Situação de Saúde da População e dos Serviços de Saúde. In:_____. Planejamento em Saúde. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 1998. p. 19-26. (Coleção Saúde & Cidadania). VENÂNCIO, S. I. et al. Avaliação em Saúde. São Paulo: Instituto de Saúde, 2008. 112p. (Temas em Saúde Coletiva, 7). VIEIRA, F. S.. Avanços e desafios do planejamento no Sistema Único de Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 14, (supl. 1), p. 1565–1577, set. 2009. MÍDIA BÁSICA: Vídeo: Estimativa Rápida na Prática: uma experiência no Rio de Janeiro. Autora: Helena Fernandes Ferraz, 2018.

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