| Referências: |
ANDERSON, Benedict. 1991. Imagined Communities. Londres: Verso. BANTON, Michael. Etnogênese. 1973. Em: A Idéia de Raça. Lisboa: Edições 70. BARTH, Fredrik. 2000 Os grupos étnicos e suas fronteiras, in Tomke Lask (org.), O guru, o iniciador e outras variações antropológicas. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria. pp. 25-67. BARTH, Fredrik. 1993. Balinese Worlds. Chicago: The Chicago University Press. BARTH, Fredrik. 2000. O guru, o iniciador: e outras variações antropológicas. Rio de Janeiro: Contra-Capa. BARTH, Fredrik. 1992. Towards greater naturalism in conceptualizing societies. In A. Kuper (editor), Conceptualizing society. London and New York: Routledge BENSÁ, Alban. 1996. Resistências e Inovações Culturais Kanak: A Área Costumeira do Centro Cultural Tjimbaou (Nova Caledônia). In: Revista Tempo, n. 12, pp. 73-92, Rio de Janeiro. CANDAU, Joel. 1998. Mémoire et Identité. Paris: PUF. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 1968. Urbanização e Tribalismo: a integração dos Terêna numa sociedade de classe. Rio de Janeiro: Zahar Editores. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 1976 (1960). Do Índio ao Bugre: o processo de assimilação dos Terêna. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves Editora. CARNEIRO DA CUNHA, Manuela (org.). 1998. História dos Ìndios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. CLIFFORD, James. 1995. "Identidad en Mashpee" In: Dilemas de la Cultura. Antropología, literatura y arte em la perspectiva posmoderna. Barcelona, Editorial Gedisa, 1995. COHEN, Abner. 1974. The Lesson of ethnicity. In: COHEN, Abner (org) Urban Ethnicity. Londres: Tavistock. DESPRES, Leo. A. (org) 1975. Ethnicity and Resource Competition in Plural Societies. The Hague/Paris: Mouton Publishers. GALLAGHER, Joseph. 1974 The Emergence of an African ethnic group: the case of the Ndendeuli. The International Journal of African Historical Studies, 7 (1): 1-26. GLUCKMAN, Max. 1963. Malinowski's Functional Analysis of Social Change. In Gluckman (editor), Order and Rebellion in Tribal Africa, London: Cohen and West. GLUCKMAN, Max. 1987 [1940]. Análise de uma situação social na Zululândia moderna. In Feldman Bianco (editor), Antropologia das sociedades contemporâneas. São Paulo: Global.
GRUZINSKI, Serge. 2001. O Pensamento Mestiço. São Paulo: Companhia das Letras. HANNERZ, U. 1992. Cultural Complexity: Studies in the Social Organization of Meaning. New York: Columbia University Press. HANNERZ, Ulf. 1997. Fluxos, fronteiras, híbridos: palavras-chave da antropologia transnacional. Mana 3(1). LINNEKIN, Jocelyn. 1983Defining tradition: variations on the Hawaiian identity. American Ethnologist. 10 (2): 241-252. MITCHELLl, J. Clyde. 2009. A dança Kalela: aspectos das relações sociais entre africanos urbanizados na Rhodesia do Norte. In Bela Feldman-Bianco (org.). Antropologia das sociedades complexas. Métodos. São Paulo: Editora UNESP. NAGATA, Judith. 1974. What is a Malay? Situational Selection of Ethnic Identity in a plural society. American Ethnologist, vol. 1 (2): 331-349. O´DWYER, Eliane Cantarino (org). 2002. Quilombos: Identidade Étnica e Territorialidade. Rio de Janeiro: ABA FGV. OLIVEIRA Filho, João Pacheco de. 1988. O nosso Governo: os Ticuna e o Regime Tutelar. São Paulo/Brasília: Marco Zero/MCT-CNPq. OLIVEIRA Filho, João Pacheco (org.). 1999. A viagem da Volta. Rio de Janeiro: Contra Capa. PINTO, Paulo Gabriel Hilu da Rocha. 2005. Ritual, Etnicidade e Identidade religiosa. In: Revista USP, São Pulo,. N.67, p. 228-250, setembro/novembro POUTIGNAT, Philippe e STREIFF-FENART, Jocelyne. 1998. Teorias da Etnicidade. São Paulo: Editora UNESP. REDFIELD, R. 1955. The Social Organization of Tradition. In Far Eastern Quarterly, Vol. XV, Nº 1, Nov. SCHWARTZ, T. 1978. The size and shape of a culture.In F. Barth (ed.), Scale and social organization.Oslo, Bergen: Universitetsforlaget. WEBER, Max. 1983 Economía y sociedad. México: Fondo de Cultura Económica. |